Jogo da memória

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Jogos para se divertir em casa

Mímica

Os jogadores escolhem uma categoria para a mímica - pode ser filme, esportes, personagem, ação e por aí vai. Em vários papéis, são escritas palavras dentro da categoria. Assim, quando for a vez de um jogador, ele escolherá um papelzinho e terá que fazer a mímica da palavra. O adversário que adivinhar mais rápido vence a rodada. Imagine a cena de uma pessoa tentando fazer uma mímica e diversas pessoas gritando, tentando adivinhar o que é. Será bem divertido.


Referência:https://www.guiadasemana.com.br/estilo-de-vida/galeria/jogos-de-papel-e-caneta

Estátua

Uma das brincadeiras antigas que nunca saem de moda é a estátua.

A graça dela é que pode ser feita em qualquer lugar, já que não precisa de material nenhum. O mestre da brincadeira deve ficar fazendo pedidos. Por exemplo: pular em um pé só, fazer uma careta ou fazer polichinelos. Em algum momento, de repente, ele grita: estátua! Então, os jogadores devem ficar parados exatamente na posição em que estavam. Quem se mexer ou sair da posição primeiro perde. Essa é uma brincadeira para crianças que permite que os irmãos brinquem juntos, o que facilita para que os pais consigam divertir os filhos de uma vez só.

Referência: https://all.accor.com/pt-br/brasil/magazine/one-hour-one-day-one-week/15-ideias-de-brincadeiras-para-criancas-de-todas-as-idades-23a7f.shtml?gclid=EAIaIQobChMIh-DQutri-QIVuBXUAR0LugPyEAAYAyAAEgJLFfD_BwE

Quem sou eu?

Quem sou eu? Este jogo é extremamente divertido e pode ser feito com a quantidade de pessoas que for. Os jogadores devem escolher uma categoria, seja filme, personagem, famosos, músicas ou lugares. Em um papel, seu amigo escreverá uma coisa de acordo com a categoria, que você não irá ver, e colar em sua testa - cada participante escreve uma palavra para outro jogador. Sua missão é adivinhar o que seu amigo escolheu para você através de perguntas com respostas de "sim" ou "não". Se a categoria for famosos, por exemplo, você pode perguntar “sou homem?”, “sou cantor?”, “estou vivo?”, até você finalmente adivinhar! Só não vá esquecer das dicas.

Referência:https://all.accor.com/pt-br/brasil/magazine/one-hour-one-day-one-week/15-ideias-de-brincadeiras-para-criancas-de-todas-as-idades-23a7f.shtml?gclid=EAIaIQobChMIh-DQutri-QIVuBXUAR0LugPyEAAYAyAAEgJLFfD_BwE

Livros

O Menino Maluquinho

Um menino travesso, criativo e cheio de energia. Quem não se recorda de O Menino Maluquinho, escrito e ilustrado por Ziraldo? O Menino Maluquinho é uma criança de dez anos como outra qualquer: dotada de profunda imaginação, quase sem medos, sempre disposta a descobrir algo novo e a investigar o mundo ao redor.

Conhecido pelas suas traquinagens, o maior defeito do garoto descrito como hiperativo era não conseguir ficar parado.

A Arca de Noé

A história da mitológica arca de Noé faz parte do inconsciente coletivo sendo familiar tanto para adultos quanto para crianças.

A ideia do dilúvio introduz nas crianças a ideia da reconstrução, a necessidade de se ter esperança e de se reerguer outra vez mesmo após uma enorme tragédia.

A presença dos bichos faz com que elas reflitam igualmente sobre a questão da vida em comunidade e com a noção de que partilhamos o mundo com outras espécies. Cada animal possui as suas qualidades e defeitos, a cooperação e a convivência entre eles é também um espaço para o aprendizado da tolerância.

Orion e o escuro

O medo de escuro tem a ver com o medo do desconhecido, do que não se vê, do que aparenta ameaça. Na medida em que as crianças começam a fantasiar, o vazio é preenchido com o que a imaginação permitir, normalmente sem que a criança tenha algum controle. Isso se aplica à hora de dormir e a outros medos, como, por exemplo, o medo de que na ausência dos pais, algo ruim aconteça a eles; ou medo de fazer amizades, por pressupor acontecimentos negativos.

O monstro das cores

Nessa história, o monstro das cores está confuso, ele fez uma bagunça com suas emoções e agora precisa pôr em ordem a alegria, a tristeza, a raiva, o medo e a calma, através das cores de cada uma.

Como mudar o mundo?

Nesta obra, podemos conhecer alguns aspectos da cultura de diferentes populações. Afinal, nossas histórias, nossos mitos e tradições têm muito a dizer sobre quem nós somos e como vivemos. O folclore de um povo demonstra quais questões mais aparecem em seu imaginário, ou seja, as dúvidas que eles buscam responder. Mostra sua forma de pensar e ver a vida e, além disso, é sempre interessante conhecer diferentes culturas e ver de que forma elas se aproximam ou se afastam da nossa. Entender o outro pode nos ajudar a entender nós mesmos, pois a partir do contraste ou da proximidade com o outro conseguimos perceber diversos aspectos do nosso eu.

O invisível

Nesta obra, acompanhamos um menino que é mestre em ser invisível. Ele passa por onde quiser sem ser visto e faz o que quiser sem arranjar confusão. Porém, chega um momento em que não há mais graça em passar despercebido: ele quer justamente ser visto por quem ama, quer ser reconhecido e amado. Este livro aborda, de forma muito poética, a invisibilidade da infância. Muitas vezes, não percebemos as crianças por acreditar que nosso olhar é mais importante que o delas. Afinal, ambos têm muito a oferecer, tanto na infância quanto na vida adulta. E se abrir para esse encontro de olhares é um grande exercício cotidiano.